Sobre estórias e a vida

Era uma vez, em uma floresta, uma garota que carregava seu livro para contar estórias aos animais.

Estudando sobre a arte de contar estórias aprendemos muito sobre a vida.

Em uma narrativa, para que a estória flua, o protagonista precisa antes de tudo querer algo. E depois de querer, ele precisa fazer algo em prol dessa VONTADE. É a força da vontade que move um personagem, desenrolando a estória.

Protelar, procrastinar, deixar para depois são atitudes que atrasam a estória. Podem ser interessantes aqui e ali. Mas se o personagem procrastina demais, a estória pode acabar antes de chegar a um fim significativo.

Toda estória, toda vida, pode ser significativa, desde que seu protagonista faça por onde. Desatar os nós que existem entre a vontade e o objetivo é o caminho.

Cada um sabe o que é preciso fazer para desatar os nós da própria estória, quem não sabe, precisa descobrir urgentemente. E desatar os nós, obstinadamente, é a única forma de dar sentido e garantir que vai valer a pena ter essa estória contada.

Mais sobre o ofício de contar estórias

O que faz uma grande estória? Um pequeno documentário sobre o trabalho de contar estórias.

Ira Glass sobre “Contar estórias”

Wikipedia
Estórias, ou narrativas são uma maneira compartilhada por todas as culturas como forma de entretenimento, educação, preservação da cultura e dos valores morais.

E tem muito mais

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Gustavo Serrate é um brasiliense nascido em 1981, em um dia de domingo. Estudou jornalismo e cinema e hoje trabalha com produção audiovisual. A mente está sempre antenada na atividade artística, captando boas vibrações.

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