Estudando sobre a arte de contar estórias aprendemos muito sobre a vida.
Em uma narrativa, para que a estória flua, o protagonista precisa antes de tudo querer algo. E depois de querer, ele precisa fazer algo em prol dessa VONTADE. É a força da vontade que move um personagem, desenrolando a estória.
Protelar, procrastinar, deixar para depois são atitudes que atrasam a estória. Podem ser interessantes aqui e ali. Mas se o personagem procrastina demais, a estória pode acabar antes de chegar a um fim significativo.
Toda estória, toda vida, pode ser significativa, desde que seu protagonista faça por onde. Desatar os nós que existem entre a vontade e o objetivo é o caminho.
Cada um sabe o que é preciso fazer para desatar os nós da própria estória, quem não sabe, precisa descobrir urgentemente. E desatar os nós, obstinadamente, é a única forma de dar sentido e garantir que vai valer a pena ter essa estória contada.
Mais sobre o ofício de contar estórias
O que faz uma grande estória? Um pequeno documentário sobre o trabalho de contar estórias.
Ira Glass sobre “Contar estórias”
Wikipedia
Estórias, ou narrativas são uma maneira compartilhada por todas as culturas como forma de entretenimento, educação, preservação da cultura e dos valores morais.

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